Esse é o Lugar
Uma semana nesse Paraíso... Voltei mais eu, voltei mais apaixonada... Voltei
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Todo Dia Uma Delícia Gastronomia e Futebol Por: Ana Carolina Felipe Guimarães ( texto com fotos no site do: www.facomb.ufg.br/vastomundo / dentro da editoria de tursmo, link gastronomia Voltando a temática do meu blogger e atendendo ao pedido, do senhor Fellipe Fernandes, resolvi atualizar isso aqui! Espero que gostem. Junho, mês da Copa do Mundo, inspiração verde e amarelo. Época da pipoca, dos amendoins, do churrasco e da cerveja. Os jogos da Alemanha acontecem durante o almoço, aqui no Brasil, período ideal para reunir os amigos e fazer aquela farra gastronômica. A poesia do futebol ultrapassa a linha do impedimento, chega ao goleiro e marca um gol de placa nas mesas brasileiras. A mistura do futebol e gastronomia provoca uma explosão de criatividade uma combinação perfeita. Quando se conhece um pouco da história desse esporte e especialmente da culinária mundial é fácil entender porque as pizzas, das grandes casas de São Paulo, ganham nomes de jogadores e saber como ocorre a popularização das cores da nossa bandeira nos programas culinários. Observando, bem de perto, tudo se torna superstição, as pipocas, cobertas por chocolate verde e amarelo, são muito mais do que um fetiche. Os patês de espinafre, mostarda e alho ultrapassam os valores nutritivos dando cor e requinte as mesas dos torcedores mais fanáticos. Almoço - Mas afinal, o que fazer quando faltar o verde ou o amarelo? Sempre terá uma alface para acompanhar o churrasco, um jiló para amargar a boca do adversário, um quiabo escorregadio, como a bola no pé de quem não aprendeu a brincar quando ainda era criança. Uma pena que nesses dois últimos jogos alguém colocou chuchu na nossa panela. Ah! O chuchu! Ele é gordo, não se movimenta bem na frigideira e estoura bolhas como se tivesse sobrando gordura na panela. Onde estaria o amarelo em toda essa mistura? O amarelo é a sobremesa. E como todo doce, só aparece no finalzinho, do segundo tempo. Que tal um musse de maracujá? Sua consistência é firme, gelatinosa e permite que ele se movimente bem e deixe o torcedor com um gostinho de quero mais. Para o gol, ainda falta mais, falta ser redondo como uma bola. O que acha de um melão? O melão pode entrar nos últimos instantes e o seu sabor apagado pode revelar algumas surpresas. Era o que faltava aos paladares, dos brasileiros, mais exigentes, um gol. Expectativa - E o melhor futebol? E o melhor tempero? Calma, ainda estamos na primeira fase da Copa do Mundo, faltam muitos sabores a serem degustados. Dizem por aí que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Argentina, do Diego Maradona, mostra que muita pimenta nos olhos dos outros é espetáculo. Quem aprimorou com maior sucesso a milenar arte de dominar a bola? Quem pode ser hexa? Somente uma seleção possui todo esse potencial e títulos. Quem sabe seja assim na culinária com tanta miscigenação, o sabor já ficou apurado e agregado. Um pouquinho de Croácia, uma pitada de Austrália e uma colher de sopa de Japonês. Agora que venham os próximos ingredientes. Para os reis do futebol, quinta tem Sushi! Que esse venha bem sem sal e que o molho shoyu fique, perdidinho no Japão.
Escrito por ana caroll às 23:55:18 [ ] [ envie esta mensagem ] Saudades, muitas saudades... A pergunta é se estou gostando disso tudo? A resposta é muito complexa, em alguns momentos gosto de tudo, gosto das novas pessoas, do novo lugar, das oportunidades e principalmente dos novos sonhos. Em outros momentos me sinto profundamente nauseada com tudo, um enjôo que ultrapassa a minha compreensão. É como se estivesse muito cansada, na verdade se parar e analisar realmente estou. Outra coisa é a saudade nostálgica que sinto. Essa semana reencontrei um amigo que a muito não via, lembrei de um tempo bom, onde a maior responsabilidade era estudar. A época parecia muito boa, olhando assim com olhos distantes, mas sei que hoje estou muito melhor, inclusive mais feliz. Porque estou triste? Não sei, realmente não sei, talvez seja como a Agda falou falta de chocolate e açúcar. Sinto muitas saudades dos meus amigos e do meu namorado, mesmo morando na mesma cidade que essas pessoas. As responsabilidades desse mundo adulto incluem falta de tempo. Quando essa responsabilidade vem muito intensa é que percebo que estou realmente entrando numa nova vida, num mundo novo. Sempre esperei por esse momento e agora a única pergunta que faço é: Será que estou preparada? Preparada ou não, aceitei o desafio e de longe ele tem sido o mais intenso que já vivi. O desafio não foi aceito esse mês e sim no dia em que passei no vestibular da Federal, agora isso é apenas uma das muitas conseqüências que já vivi e que ainda vou viver nessa profissão. A boa notícia da semana é que terei uma amiga aqui do meu lado. Fora os outros que já estão nos corredores, das muitas vozes amigas que ouço do outro lado do telefone e da carona que recebo no final do dia. Beijos aos amigos que não vejo todos os dias. Sinto saudades o tempo todo. Escrito por ana caroll às 10:27:13 [ ] [ envie esta mensagem ] 360° 360° Meu mundo rodou, não foi pela a primeira vez e certamente não será a última. Nesses últimos dias vi lindas histórias de amor, vi um lugar lindo e vivi por uma semana num daqueles lugares que imagino sejam pedaços do paraíso, ao menos lembranças dele. Nessa segunda-feira meu chão sumiu, estava simplesmente cheia de obrigações a cumprir, cheia de problemas para resolver parecia que a semana seria uma dessas semanas eternas. Motivos para comemorar não faltaram: A primeira vez na rua, no estágio foi o momento que realmente cometi grandes erros, por simplesmente não saber como me comportar com um microfone e na frente de uma câmera. Tenho certeza que a ansiedade que senti naquele momento ajudou que tudo fosse mais intenso. Algo que me deixou muito feliz, foi saber que poderei ter o Hebert por mais um tempo aqui, pertinho de mim. Agora é só viver o presente e deixar que o futuro novamente nos presenteie com boas surpresas. Vamos combinar: Que surpresas! Esse final de semana acumulou todas as mudanças que uma vida poderia “pedir” depois de uma viagem. Escrito por ana caroll às 22:19:47 [ ] [ envie esta mensagem ] Categoria: Link Escrito por ana caroll às 20:59:50 [ ] [ envie esta mensagem ] Valor médio: 5 reais por dia Oi!! Então, essa é uma foto da Chapada dos Veadeiros, local onde fica São Jorge... Consegui uma semana no meu estágio e estou indo pra lá segunda-feira. Adoro as ideias do Nilton e da Lisbeth! Categoria: Objeto de Desejo Escrito por ana caroll às 17:44:11 [ ] [ envie esta mensagem ] A decepção possui uma potencialidade enorme de acontecer nas nossas vidas. Estranho começar um post com essa frase, mais estranho, ainda, são as coisas que acorrem em nosso dia-a-dia. Um olhar menos atento ou até mesmo um olhar excessivamente atento podem ser grandes complicadores das nossas reações. Dolorida, esse seria um adjetivo clássico para me definir nos últimos dias. Uma semana em que a velha TPM reinou, é fogo! Parece que qualquer coisa vira motivo para um bom desabafo em lágrimas. Sinceramente reconheço que o objetivo do estágio é aprender. Como já disse anteriormente é muito complicado e dolorido saber que ainda cometo erros. Nessas horas, nada melhor: Coragem querida, coragem. Mas descobri que na vida pessoal também são comuns, esses erros de grande impacto. Uma viagem no tempo em muitos momentos se faz necessária... Dói saber que coloquei os pés pelas mãos, em certo mês de junho de 2004. O motivo? Melhor continuar guardado comigo. Mas foi esse motivo que me fez relembrar alguns fatos... A formatura do Hebert me deixou um pouco emotiva também. A falta de algumas coisas foi algo dolorido durante algumas visitas no dia de hoje e a confirmação do: “não to nem aí”, foi o pior de tudo. Acho que as reais cobranças só devem ser feitas a quem causou tudo isso: Eu. Deveria me importar menos, deveria esquecer mais e principalmente modificar algumas ações. Ser “boazinha”, prestativa, nem sempre é o ideal. Acaba que me preocupo com a vida dos outros, e isso me faz intrometida. Fiz algumas promessas, realmente não passarei de novo por situações tão parecidas com as anteriores, pois o ciclo se repete, ontem e hoje, não foram os primeiros dias e dificilmente serão os últimos, ficar de fora é comum. Então é melhor compreender. Porque empréstimos e doações emocionais, essas, estão encerradas por tempo indeterminado para uma meia dúzia de “companheiros”. Escrito por ana caroll às 08:19:35 [ ] [ envie esta mensagem ] Anda tão complicado atualizar meu blogger e não é por causa da falta de tempo. Parece que ando sem conteúdo ou coisa parecida, e olha que sempre tem coisas boas e ruins acontecendo. Semana passada foi à formatura do Hebert e tudo esteve perfeito, culto, colação e baile. O Baile então, só novidades boas... Meus amigos terem ido a festa foi muito bom. Parabéns ao novo casal! Como esperamos por esse momento, acho que a ansiedade já era generalizada e tenho certeza que além de mim, existem outras pessoas muito felizes com a união de vocês. Que legal eu e o Hebert não somos mais o único casal da patota, ÊÊ^^ÊÊ (plagiando, uma amiga). Então, atualizei meu blogger... O próximo, vou reservar mais emoções para ele.
Escrito por ana caroll às 08:34:39 [ ] [ envie esta mensagem ] E agora? Felicidade, essa é a palavra que adoraria que estivesse presente em quase todos os dias do ano. O sentimento que reine em quase todos os momentos do meu dia, a razão pela a qual desejo prosseguir. Depois de um ano, percebo que as coisas são bem mais simples do que palavras. A espera é bem mais angustiante que o tempo. Esse momento é único, apenas hoje completo um ano de namoro com alguém que tem me feito sentir especial. Parece fácil dizer Eu te Amo. Mas, nada é fácil quando falamos em convivência. Sei que fizemos o melhor e recebemos o melhor de nós. Sem querer ou quem sabe até desejando você me fez sentir o significado da palavra amor, a pressa da paixão e o caminhar lento do carinho. Obrigada, por ter ido ao cinema naquele primeiro de março de 2005. Ainda bem que segundas chances existem e podemos fazê-las melhor do que a primeira oportunidade. Lembro do nosso tímido e honesto primeiro beijo, de qualquer forma momentos clichês também são românticos. Não desejo de forma alguma expor aquilo que sentimos um pelo o outro, nem tão pouco fazer confissões ou quem sabe declarações. Quero sim que de alguma forma esse dia, como as lembranças dos outros dias, fiquem gravadas não apenas na memória e também com emoções puras e sinceras. Hoje, depois de um ano posso dizer sem medo que te Amo, por tudo que tem representado em minha vida e pelo o tanto que somos melhores juntos.
Escrito por ana caroll às 23:07:35 [ ] [ envie esta mensagem ] Em Algum Lugar do Passado Em alguns momentos parece que voltei novamente à pré-escola. Por quê? À vontade de encontrar o novo parece à mesma daquele tempo, onde a única curiosidade era aprender a decodificar as historinhas dos livros infantis. No final de um ano, não tinha o domínio completo da língua portuguesa, mas podia sem dúvida me deliciar com as poesias infantis de Cecília Meireles: Ou isto ou Aquilo, o primeiro livro que ganhei. Também foi o momento que entrei no maravilhoso mundo das fábulas. Estranha essas lembranças, afinal já se passaram 20 anos. Sinto que de alguma forma, estou vivendo aquelas mesmas sensações que sentia, quando ainda estava aprendendo a escrever palavras simples como: PAPAI e MAMÃE. A falha, em períodos de transição e aprendizado, é muito mais constante do que os acertos. Na verdade, amplio de forma gigante os defeitos... Sei que estou aprendendo, estou acertando e que me supero todos os dias. Pois, não tem nada mais difícil agora do que me superar, aceitar as minhas limitações e aprender a superar essas mesmas limitações. Hoje olho e sinto que fui "duramente" mimada por toda a minha família, especialmente pelos os meus avos. A quantidade de elogios que recebíamos superava e muito a realidade de nossas ações, nenhum momento fomos tão bons quanto eles pensavam que éramos. Mas também não fomos medíocres. A única coisa que realmente quero é serenidade para me superar. Alegria para continuar seguindo e quem sabe um dia chegar próximo aos sonhos que tive durante a minha adolescência. O sonho esse, eu, espero que jamais seja roubado: "Essa menina tão pequenina quer ser bailarina. Não conhece nem dó nem ré, mas fica na ponta do pé...” (Cecília Meireles) Escrito por ana caroll às 19:56:00 [ ] [ envie esta mensagem ] UM MÊS Essa semana faz um mês que comecei meu estágio. Porque, não acreditei quando me diziam que o mundo real era duro? Os desafios que ele nos impõem são fundamentais, nos fazem sentir vivos como nunca. Ganhar a independência é muito mais do que dar um gritinho as margens do Meia Ponte... É acordar cedo todos os dias... Tomar banho de chuva e depois ainda trabalhar... É brincar de ser adulto e descobrir que você realmente é... É andar no sol quente, ter medo de bandido quando está indo para o trabalho... É engolir sapo... Fazer coisas erradas para só depois saber como fazer o certo... É estar inconformado, mas permanecer conformado... Nos finais de semanas imagens, sensações, desespero, alegria, descoberta... Sentimentos velhos para um mundo novo, quando a vida sempre é reaprendizado. Hoje, outras observações: Um outro olhar dos “lixões” da cidade, das crianças abandonadas, dos soldados mortos em guerra, das edições de um telejornal, dos relacionamentos profissionais, das palavras... Descobri também que se você pensar de mais as coisas não acontecem, elas simplesmente passam... Escrito por ana caroll às 08:50:27 [ ] [ envie esta mensagem ] Camaleão, Vaquinha e a Barbie O Campus Samambaia é cheio de surpresas, descobri uma família de camaleões. Nos últimos dias ela, tem sido uma distração agradável. Os répteis são tão graciosos! (diria Vovó Verinha!) Graciosos? Sim, um animalzinho tricolor, não tem nada de mais estranho, belo e gracioso. Azul, verde e marrom. Mamãe, papai e filhinho camaleão reviram os tocos de cigarro e os papeis de balinha, que ficam ali na matinha, ao lado do ponto, que dá acesso à reitoria. Parece uma dança e uma caça, quando os passos chegam próximo: o medo, os pés são enormes diante da insignificância de seus corpos. A família se estica ao sol, provocam inveja aos que adorariam estar num clube naquele momento. Após alguns minutos eles se escondem e só é possível ouvir o barulho das folhas secas. Mas nesse ponto, não são apenas os Camaleões que fazem companhia, aos usuários de ônibus, as vaquinhas, fazem parte do cenário... MUuuuuuuuuu Do outro lado da cidade, na Avenida 136, parada no ponto de ônibus, a espera do veículo que a leve ao Flamboyant, uma vaquinha... Digo: uma Camaleoa... Não, não... Uma menina! Ela usa, estranhamente, todos os dias da semana: blusinhas – rosa bêbe com mangas brancas, lingüinhas - cor de rosa bêbe no cabelo (Que tal duas trancinhas?), óculos escuro com armação rosa-bêbe, sandália com lantejoulas... ... ... Rosa - bêbe, como era de se esperar. Uma bolsa que também possui a mesma tonalidade e por fim uma calça (errou... é azul) jeans. O brilho labial é rosinha, as bochechas combinam com todo o visual e também possuem a tonalidade rosada. A menina parece a Barbie :~ O que será que ela faz, vestida assim, todas as tardes no Flamboyant?
Escrito por ana caroll às 21:24:46 [ ] [ envie esta mensagem ] Dúvidas Nunca imaginei que pudesse surpreender e principalmente empolgar com a Ascom, sempre cheia de problemas e pouca eficiência, passava longe de ser um espaço real de aprendizagem. Mas hoje, ao ver, a proposta do novo assessor descobri que tudo irá melhorar, na comunicação da UFG. Fiquei até com um aperto no coração em saber que quando as aulas voltarem não estarei mais lá. Imaginei que teria uma paixão mais louca por telejornalismo, o estágio tem se mostrado muito diferente de tudo que imaginei. Achismos não é uma boa sugestão, o melhor mesmo é a prática, ver como as coisas realmente funcionam, mas ainda tenho esperanças. O legal é aprender algo diferente... Adoro essa fase de aprendizado, de encontro com o novo, o frio na barriga e todos os elementos de insegurança que estão presentes nesse momento. É uma estranha sensação de que não posso controlar o destino e se as coisas não tiverem que ser, elas realmente não vão acontecer. Nossas escolhas realmente decidem muito em nossas satisfações, evitar uns caminhos podem não ser uma boa escolha, mas procurar outros é realmente instigante. A única coisa que me pergunto é: Deveria ter ido para o impresso? Esse caminho seria bem mais fácil? E os desafios? Em qualquer um teriam desafios, barreiras a serem transpostas e medos a serem expulsos. Pela primeira vez, estou com medo do meu sonho. Quase sou jornalista, mas ainda falta muito para realmente ser, passar no vestibular é quase nada perto do que vem pela frente. As coisas nesses últimos anos aconteceram como se fosse mágica, só agora percebo que não é mágica que vou aprender e sim por meio de muito estudo... Escrito por ana caroll às 21:13:37 [ ] [ envie esta mensagem ] Nossa estive longe nesses últimos 15 dias, mas foram por bons motivos. A vida tem se mostrado extremamente dinâmica, as coisas mudam com a intensidade da globalização, dessa nossa vida virtual em que a notícia de ontem vale apenas como embrulho para bananas. Estranho como as coisas boas e ruins ocorrem ao mesmo tempo e as lembranças desses acontecimentos estão por aí perdidos. Basta um suspiro mais forte para que essas recordações aflorem e deixem um gosto bom de saudade. Tenho certeza que sentirei saudades desse Reveillon, porque estranhamente chorei de saudades quando ela ainda nem era real. Nossos dias de “férias” foram importantes, mesmo ficando a maior parte do tempo dentro da casa, pois chovia em Barreiras e o calor prometido só foi visto no dia 2 de janeiro. Que dia perfeito! Conheci o famoso rio de Ondas, estava realmente precisando tomar um banho de rio, para repor todas as energias que perdemos durante um ano, mesmo não tendo muito que reclamar desses 2005, afinal ganhei um namorado de presente, além de outras tantas coisas importantes. Fomos a uma boate na Ilha, foi o passeio mais barato que já fizemos, gastamos a incrível quantia de 5,00 reais, na festa dos solteiros Estou com saudades do meu namorado, uma semana sem vê-lo parece uma eternidade. Hoje começou minha jornada dupla de férias. Pela manhã Ascom e de tarde TV Serra Dourada. Vamos ver o que vai dar, espero aprender muito. Escrito por ana caroll às 21:57:47 [ ] [ envie esta mensagem ] Perdi a vontade Quem sabe a inspiração? Existem várias coisas para serem contadas, existem vários modos de contá-las. Será que vale a pena? As muitas lágrimas... Essas têm um sabor de soro, é insosso e respira um drama. Para alguns é ressentimento, para outros uma tristeza sem medida e no ultimo momento um surto mensal. Que vale a pena? Os risos... Saudades, momentos, palavras. Não qualquer palavra, as doces. Aquelas ditas com o coração. Os momentos esses quero sempre recordar, mesmo que não sejam os mais felizes. Vale a pena? Aqueles grandes amores não apenas os de cinema, muito menos os de novela. Mas sim o da vida real, aquele que chora, aquele que emburra, aquele que sorri e aquele que diz eu te amo com um olhar, com um toque e com aquele sorriso. Os amores. Esses valem muito a pena. A pena? Culpado... Quando se rouba o coração de alguém. Quando mata o outro de saudade. Quando sempre existe a desculpa. Quando se ama de mais. CULPADO. Uma dúzia de rosas vermelhas talvez resolva tudo! Pena? Esqueci isso, até porque a inspiração saiu correndo... Escrito por ana caroll às 16:14:55 [ ] [ envie esta mensagem ] Câncer Assuntos do coração ocupam seu tempo durante todo o período. Se estiver comprometido, eventos inesperados trarão mais confiança e intimidade ao seu relacionamento. Os solteiros encontram pessoas interessantes, e outubro traz uma que se destacará na multidão. Aguarde por compromissos duradouros e que lhe proporcionarão momentos muito felizes. Os que planejam juntar os trapinhos não encontram época melhor do que o final do ano. A família e amigos ajudam a planejar mudanças e encarar com mais otimismo as novidades que estão por vir. Façam suas apostas cancerianos... Escrito por ana caroll às 23:04:00 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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